segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Digital influencer Tereza Freitas é a representante do litoral no reality show Confinados

Modelo e digital influencer, Tereza Freitas
A modelo e digital influencer, Tereza Freitas, 20 anos, de Luís Correia, é a representante do litoral da 2° edição do reality show piauiense Confinados. A disputa terá início a partir das 19:00 desta segunda-feira (14) e segue até o próximo sábado (19), na cidade de Esperantina, PI. Participam do reality show 11 personalidades entre modelos, digitais influencers, blogueiros e youtubers.
Toda a transmissão do evento será feita ao vivo por meio dos stories do Instagram do organizador do evento, Danilo Marques no endereço: https://www.instagram.com/danilomarquesoficial. Os participantes já entraram no confinamento e as redes sociais de Tereza, estão sendo administrada pela família dela.

Vídeo da Teresa Freitas em Esperantina
Na manhã de hoje foi criado um grupo no WhatsApp para unir os torcedores da modelo e, em questão de horas, a ferramenta alcançou o limite de 256 participantes, sendo preciso criar um segundo grupo, intitulado de “#team_fazendinha 2”. Para votar em Tereza, basta ficar ligado nos stories de Danilo Marques (https://www.instagram.com/danilomarquesoficial). A participante de Luís Correia coleciona uma legião de fãs no Instagram com 26 mil seguidores (https://www.instagram.com/terezafreitas013). O vencedor do reality show levará para casa R$ 2 mil reais, além de outros prêmios.

Tereza Freitas
A bela jovem do litoral piauiense vive com os pais e cinco irmãos na cidade de Luís Correia, no litoral do Piauí. A mãe, Valdilene Gomes, vende vários quitutes na praia como creme de galinha, vatapá, susuru e casquinha de caranguejo. O pai, o senhor Raimundo Freitas, é pedreiro.

Atualmente ela cursa Educação Física na Unip de Parnaíba e faz vários trabalhos na internet para lojas de Parnaíba e Luís Correia.
Por Luzia Paula

domingo, 13 de outubro de 2019

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Parnaibano desenvolve pesquisa sobre os assentados de Vila Sobral, em Colinas, interior do Maranhão.


A Vila Sobral é um povoado localizado no município de Nova Colina no Maranhão, município esse habitado por 4.372 pessoas contando com a presente comunidade aqui mencionada. Segundo a dona de casa Alessandra Barros da Silva, de 33 anos de idade, o nome do local se deu em virtude do nome de seu falecido sogro. Este povoado foi escolhido para pesquisa do historiador e professor Marciano Gualberto Andrade Nascimento Júnior.

Alessandra também disse que no decorrer de uma década na comunidade algumas demandas foram surgindo, entre elas, a que trata da necessidade da construção de um poço artesiano para melhorar a estrutura do local e dos moradores, pois precisam se deslocar para o brejo percorrendo longas distâncias em busca de água para suas necessidades básicas. “Já que sabemos que se trata de um bem essencial à vida”, acrescentou.

Segundo Alessandra, a comunidade não perece com a falta de segurança pública pois não são frequentes os atos delituosos na região da Vila Sobral e as crianças da comunidade encontram-se estudando. Mas ao mesmo tempo perecem com a questão da distância que tem que percorrer para acessar as escolas locais já que se trata de uma territorialidade inserida na zona rural. As casas da comunidade são artesanais, especificamente construídas com barro, madeira e palha em sua estrutura. O solo é arenoso devido ao clima seco e árido e a intensa evaporação.

Alessandra atualmente na comunidade tem como fonte principal de renda seu pequeno comércio que fornece aos moradores do local, diversas variedades alimentícias, assim evitando o deslocamento demasiado de seus vizinhos para a parte mais central da região para comprar suprimentos, a não ser quando seu estoque se esgota devido a demanda local.
Conclui-se então a parte inicial do prévio contato com a comunidade Sobral, desdobrando-se em uma manhã para a coleta de dados que se propagará em uma pesquisa mais extensa com o intuito de levar visibilidade às necessidades locais com a intenção de promover melhorias e sustentabilidade para os moradores da comunidade aqui suscitada.

Fonte: MGANJ.
Fotos: Gualberto. Edição:
APM Notícias.

Pesquisadores da UFBA respaldam hipótese de que petróleo é venezuelano


Análises laboratoriais realizadas por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) em amostras do óleo que já atingiu mais de 150 praias do Nordeste brasileiro corroboram a informação de que o material contaminante tem “forte correlação” com produto extraído na Venezuela.

Em parceria com especialistas da Universidade Federal de Sergipe (UFS), os pesquisadores do Centro de Excelência em Geoquímica do Petróleo, Energia e Meio Ambiente do Instituto de Geociências da Ufba recolheram 27 amostras de resíduos ao longo do litoral do Sergipe e da Bahia. Nove destas amostras foram submetidas a minuciosas análises geoquímicas.

A conclusão dos especialistas é de que o óleo analisado tem correlação com um dos tipos de petróleo produzido no país vizinho. Segundo os pesquisadores, nenhuma das variedades de petróleo produzidas no Brasil apresenta características semelhantes às encontradas nas amostras analisadas. A análise dos pesquisadores é compatível com a análise que a Petrobras fez.

Segundo os acadêmicos, o trabalho em laboratório permite identificar compostos químicos que são como uma espécie de impressão digital ou marca de procedência, pois revelam características físicas e químicas do material que se formam única e exclusivamente no local de onde foi extraído. São os chamados biomarcadores, identificados por meio da geoquímica forense.

“Através dos resultados das análises dos biomarcadores e dos isótopos estáveis de carbono, observou-se uma forte correlação do óleo derramado no mar com um dos tipos de petróleo produzido na Venezuela”, informa a UFBA, em nota. “Constatou-se ainda que nenhum dos petróleos gerados por matéria orgânica marinha produzidos no Brasil apresenta tal distribuição de biomarcadores e razão de isótopos de carbono”, acrescenta a universidade.

A associação entre o petróleo venezuelano e a substância que já poluiu trechos do litoral de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, tinha origem em estudos da Petrobras e chegou a ser mencionada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Venezuela

Mais cedo, o Ministério do Meio Ambiente divulgou nota esclarecendo que as declarações do ministro Ricardo Salles de que o óleo foi extraído de território venezuelano se baseiam em análises laboratoriais realizadas pela Petrobras. Segundo o ministério, nenhuma autoridade ou funcionário público do Brasil afirmou que o governo ou a estatal petrolífera venezuelana, a Petróleos de Venezuela (PDVSA), sejam responsáveis pelo desastre ecológico no litoral nordestino.

“A hipótese aventada é que [o óleo] pode ter sido derramado a partir de navios que trafegaram ao longo da costa brasileira, e não necessariamente de campos do governo ditatorial venezuelano”, informa a pasta.

Também em nota divulgada esta manhã, a PDVSA afirma não haver evidências de derramamentos de óleo nos campos de petróleo da Venezuela: “Reiteramos que não recebemos nenhum relatório no qual nossos clientes e/ou subsidiárias relatam uma possível avaria ou vazamento nas proximidades da costa brasileira, cuja distância de nossas instalações de petróleo é de aproximadamente 6.650 quilômetros, via marítima
”.

Já o ministro do Petróleo da Venezuela, Manuel Quevedo, recorreu ao Twitter para descartar a hipótese de que a PDVSA ou o Estado venezuelano tenham qualquer responsabilidade pelo material que vem sendo encontrado no Brasil.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Vereador Carlson Pessoa solicita parque infantil e academia popular para o Dom Rufino e Dunnas


Em sessão ordinária realizada na noite desta quarta-feira (09), o vereador e líder do Governo Mão Santa na Câmara Municipal, Carlson Pessoa (Cidadania), apresentou os Requerimentos de N° 579/2019 e N° 580/2019, solicitando respectivamente praça com parque infantil e academia popular para o Conjunto Dom Rufino I, II, III e IV e para o Residencial Dunnas.

O parlamentar pediu ainda por meio do Requerimento de N° 581/2019, a elaboração de estudo para a implantação de redutores de velocidade no cruzamento da Rua 1° de Maio com Aloísio Ferreira Lima, próximo a Praça Mandu Ladino (Quadrilhódromo).


Por Luzia Paula

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Zé Filho terá participação ativa nas eleições de 2020

O ex-governador Zé Filho, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), não será mero coadjuvante e deverá ter participação ativa nas eleições do próximo ano.
Mesmo não sendo candidato a mandato eletivo, uma vez que descarta qualquer possibilidade de candidatura a prefeito, ele deverá apoiar uma possível candidatura da filha, Isabelle Moraes Souza, que estaria decidida a pleitear uma vaga na Câmara Municipal de Parnaíba, dependendo tão somente da aprovação da mãe, Simone Fortes.

há informações também de que a ex-deputada Juliana Moraes Souza, igualmente não ficará de fora do pleito eleitoral do ano que vem. Seu nome é citado por um grupo de oposição, para se candidatar a prefeita de Luís Correia, não havendo, entretanto, confirmação sobre tais especulações. Caso saia candidata a um cargo executivo na cidade praiana ou em qualquer outro município da região, Juliana também teria o aval de Zé Filho, que atualmente é o 1° suplente de deputado estadual do PSDB e precisa fortalecer seu grupo político na região norte para futuros embates estaduais.

Fonte: Blog do B.Silva

Vazamento de óleo no Nordeste pode ser problema internacional


Óleo que atinge litoral do Nordeste não é brasileiro. O presidente Jair Bolsonaro disse ter um país no radar, destacou que o caso pode ter origem criminosa ou acidental e determinou o aprofundamento das investigações.

“Mais uma desgraça ambiental acontecendo. Dessa vez, a responsabilidade ainda não foi descoberta. Não se sabe ainda a origem desse vazamento. O que se sabe é que provavelmente a origem é a mesma porque o tipo de petróleo descoberto nas faixas litorâneas é do mesmo tipo. De qualquer forma, esse é mais um episódio para ser identificada a responsabilidade e punido quem quer que seja.”

“Vai ser um problema internacional se a origem foi em outro país, obviamente. Mas, de qualquer forma, esperamos que isso seja descoberto. E esperamos que as autoridades tenham mecanismo para, de alguma maneira, combater esse tipo de desgraça ambiental”, completa Bruno.

Fonte: Jovempan