quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Pré-candidatos apresentadores de rádio e TV devem se afastar dos seus programas

Os pré-candidatos das Eleições Municipais de 2020 que porventura apresentem programas de rádio e televisão deverão se afastar das suas atividades a partir desta terça-feira (11). A data foi prevista pela Emenda Constitucional nº 107/2020, que adiou as eleições em razão da pandemia de Covid-19.

A determinação acerca do afastamento está prevista na Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições. No título sobre a propaganda eleitoral, o artigo 45 determina que divulgar ou transmitir programa de rádio ou televisão que faça qualquer alusão ao candidato, ou que seja apresentado por ele, pode acarretar o cancelamento do registro da candidatura do beneficiado, além de impor multa para a emissora. Isso se aplica aos casos em que um programa preexistente tenha o nome do candidato, ainda que não seja mais apresentado por ele.

Os pré-candidatos não ficam impedidos de aparecer na mídia no período anterior à campanha eleitoral. Eles poderão ser entrevistados e, por exemplo, participar de lives na internet. Entretanto, os candidatos indicados pelos partidos para concorrer nas Eleições Municipais de 2020 só poderão pedir votos a partir de 27 de setembro, quando começa a propaganda eleitoral.

Até essa data, o pré-candidato pode expor na mídia e na internet a sua intenção de concorrer aos cargos de prefeito ou vereador. Perfis em redes sociais e páginas na internet também poderão ser criadas em seu nome para apresentar as propostas para um eventual mandato. Além disso, é possível arrecadar doações para a sua campanha, inclusive por meio de plataformas digitais.

Fonte: AsCom/TSE

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Jornal da Parnaíba

Volta às aulas: Pesquisas revelam medo de pais e risco para familiares

Volta às aulas pode colocar mais de 900 mil pessoas na fila das UTIs com Covid-19, mostra pesquisa da Fiocruz. Já pesquisa Datafolha revela que 70% dos pais não querem que filhos voltem as aulas este ano

Enquanto governos discutem a volta às aulas sem plano efetivo de segurança para proteger crianças e jovens do novo coronavírus (Covid-19), 70% dos pais e mães que têm filhos entre o 6º e o 9º ano na rede pública acham que seria melhor que ficassem na mesma série em 2021, revela Datafolha feita.

Estudo da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) revela outro problema grave: cerca de 9,3 milhões de pessoas também ficariam sujeitas à contaminação pelo novo coronavírus porque fazem parte de grupos de risco – idosos e adultos com comorbidades – que convivem com as crianças, jovens e profissionais da educação.

De acordo com o estudo, ainda que escolas, colégios e universidades adotem medidas de segurança e que elas sejam cumpridas à risca, o risco de contágio é iminente. Além da possibilidade de aglomerações nos locais, o estudo aponta que os transportes públicos e a falta de controle sobre o comportamento dos jovens representam situações potenciais de contaminação. E se forem contaminados, podem levar para casa o vírus e infectar os parentes, em especial os de grupos de risco, mais vulneráveis à doença.

Diego Xavier, epidemiologista do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), ligado à Fiocruz, estima que se apenas 10% dos 9,3 milhões de adultos e idosos com fatores de risco, que vivem com crianças em idade escolar, precisarem de cuidados intensivos, serão mais de 900 mil pessoas na fila das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

“Temos todo um conjunto de pessoas que compõem a comunidade escolar, desde os transportes, os funcionários das escolas, os alunos, os pais e cuidadores desses alunos, todos fazem parte da comunidade escolar e todos estão sob risco”, ele explica.

O epidemiologista ressalta que a volta às aulas é um passo da reabertura econômica que, teoricamente, coloca fim ao isolamento social recomendado por autoridades de saúde e o resultado é o aumento de casos. “O vírus se aproveita da grande circulação de pessoas para se disseminar e a tendência é de que voltemos a ter aumento no número de casos”.

Para autoridades internacionais à volta ás aulas presenciais só deveria ocorrer depois que todos fizessem testes para checar se alunos e trabalhadores da educação contraíram Covid-19, e depois também que fosse feito um rastreamento de contatos para isolar e tratar quem estiver infectado – quanto maior o rastreamento, menor a necessidade de testagem.

Segundo Diego Xavier, a forma como a volta às aulas está sendo ‘pensada’ não inclui esses protocolos mais aprofundados de prevenção e combate ao novo coronavírus. “Não bastam protocolos dentro da escola porque tem o caminho que a pessoa faz para chegar lá e isso, e isso não estão previsto”, afirma.

Assim como os estudiosos do mundo, o epidemiologista da Fiocrcuz fala da importância da testagem em massas das crianças, em especial às maiores de dez anos de idade que, de acordo com um estudo realizado na Coreia do Sul, são transmissoras em potencial do vírus tanto quando adultos, ainda que não apresentem nenhum sintoma e a doença não evolua nesse grupo.

Além desses fatores, a Fiocruz alerta também que há um agravante. É a desmobilização de recursos e desmonte de unidades de saúde, como hospitais de campanha, que são cruciais para o enfrentamento à pandemia, principalmente se aumentarem os casos de contaminação.

“Se aplicarmos a taxa de letalidade brasileira nesse cenário, estaremos falando de algo como 35 mil novos óbitos, somente entre esses grupos de risco”, ele explica.

De acordo com o epidemiologista, essa população terá de conviver com o vírus dentro da residência e, no caso de ter de recorrer ao serviço de saúde, o acesso será mais difícil.

“O SUS não terá folga grande para atender novos casos. Se colocarmos mais gente em circulação e o vírus voltar com força, não teremos como entender esses pacientes”, ele diz. (Com informações Sinte-PI.)

Caminhonete é achada sem peças dentro do mar, em Parnaíba


A Polícia Civil de Luís Correia, distante 346 Km de Teresina, está investigando o suposto roubo de um caminhonete que teria acontecido na última sexta-feira (7) na Praia de Macapá. O carro foi encontrado no início desta semana atolado no mar da Praia da Pedra do Sal, na cidade de Parnaíba, a quase 57 Km do local onde foi roubado.

O delegado Maicon Kaestner informou ao Cidadeverde.com que o proprietário do veículo registrou Boletim de Ocorrência informando o roubo.

"Ele disse que um homem de moto parou e levou o cordão de ouro dele e o carro dele na Praia de Macapá, em Luís Correia. Algo até atípico aqui na região. Na segunda-feira veio na delegacia e disse que o carro tinha sido encontrado em Parnaíba", conta o delegado.

A caminhonete foi encontrada sem as principais peças, como as rodas e . O proprietário disse à Polícia Civil que acionou a seguradora para fazer a retirada do veículo do mar.

O delegado Maicon disse que inquérito será instaurado para apurar o caso. O dono do carro é de Teresina e deve ser ouvido por carta precatória.

Izabella Pimentel
izabella@cidadeverde.com

domingo, 9 de agosto de 2020

RIFA SOLIDÁRIA


Motociclista morre vítima de acidente na Av. Dr. João Silva

Por volta das 10h:30 de ontem, sábado (08), um grave acidente foi registrado na Avenida Dr. João Silva Filho no Bairro Piauí, no conjunto Betânia em Parnaíba no litoral piauiense.

O jovem identificado apenas como João Batista seguia em uma motocicleta Honda/POP, momento em que tentou desviar de um veículo que fazia uma manobra na avenida e colidiu frontalmente com outra motocicleta que seguia sentido contrário.


João Batista sofreu vários ferimentos graves e foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito pouco depois de dar entrada no hospital. O outro motociclista, que não teve o nome revelado, sofreu escoriações e também foi atendido pelo SAMU.

O veículo que forçou a manobra do motociclista sequer parou para prestar socorro, e seguiu em sentido ignorado. O outro motoqueiro sofreu ferimentos leves.

Fonte: Opinião | Edição: Jornal da Parnaíba